terça-feira, 28 de setembro de 2021

CRIADO PARA FORTALECER INDEPENDÊNCIA DA CÂMARA DE NANUQUE, GRUPO “UNIÃO É FORÇA” JÁ COMEÇA FORTE

 

Com o peso de 61,7% dos votos, 8 vereadores decidem somar afinidades políticas “pelo bem de Nanuque”

 

O grupo "União é Força": à frente - Sidnei, Elson, Elienis e seu esposo Gordinho; atrás - Lozim, Deda, José Osvaldo, Djalma e Bruno Salomão


Na noite desta segunda-feira (27/9), na casa do vereador Sidnei Pereira Silva (Sidnei do Frisa – Cidadania), logo após a reunião da Câmara, oito vereadores decidiram firmar um pacto para redirecionar os trabalhos do Poder Legislativo daqui por diante.

 

Com a denominação “União é Força”, foi criado o grupo majoritário que representa nada menos que 61,7% do total representativo de votos, equivalente a 3.297 votos. “A Câmara Municipal deve ser um poder independente, mas munido de boas intenções e com o espírito colaborativo de ajudar na administração da nossa cidade”, comentou o anfitrião Sidnei.

 

Para ele, “Nanuque já sofreu muito no passado com intrigas entre prefeito e vereadores. A Câmara não pode ser obstáculo, e sim um aliado forte, pelo bem do nosso Município. Por isso, os oito vereadores do grupo ‘União é Força’ estão conscientes de suas responsabilidades com a população.”

 

Logo após a reunião da Câmara, os oito vereadores reuniram-se na casa de Sidnei: nascimento de um grupo forte


REPRESENTATIVIDADE

 

Sidnei explica que os oito vereadores representam o Município por inteiro, inclusive com a presença dos dois vereadores eleitos pelos distritos:

 

Ø  Deda (DEM), o vereador mais votado, com 583 votos, que representa Vila Pereira; e

Ø  Elson Lima (PT), de Gabriel Passos.

 

Os outros seis vereadores representam todas as regiões da Cidade:

 

Ø  o presidente José Osvaldo (PROS) – Centro, Feirinha e Laticínios;

Ø  Sidnei do Frisa (Cidadania) – Centro, Sete de Setembro e entorno da Praça Francelino e Stella Matutina;

Ø  Lozim (Solidariedade) – Reta, Romilda Ruas e parte da Vila Esperança;

Ø  Djalma Moreira (Solidariedade) – Vila Nova, Nações Unidas, Jardim das Acácias, Alvorada, Nak-Nuk e prolongamento final da Rua Águas Formosas;

Ø  Ellienis (DEM) - Vila Nova, Nações Unidas, Jardim das Acácias, Alvorada, Nak-Nuk e prolongamento final da Rua Águas Formosas;

Ø  Pastor Bruno Salomão (PROS) – Centro, Israel Pinheiro, Novo Horizonte, UDR e Izadelfia Ferraz.

 

No segmento socioeconômico, os oito vereadores representam atividades ligadas ao comércio, indústria, prestação de serviços, agricultura e pecuária. Em termos de liderança religiosa, há membros ativos da Igreja Católica e das igrejas evangélicas.


Também participou da reunião o ex-vereador, ex-presidente da Câmara, ex-vice-prefeito e ex-prefeito Fábio Garcia Tigre, o Gordinho (DEM), esposo da vereadora Elienis.

 

“NANUQUE PRECISA DE UM RUMO CERTO”

 

Concluindo, Sidnei ressalta que “os fatores que motivaram a união dos oito vereadores em um grupo ético e responsável estão unicamente relacionados ao bem do nosso povo, ao desenvolvimento da cidade. A Administração Municipal precisa ter um Poder Legislativo harmônico, confiável, responsável. Vivemos aqui e queremos o melhor para esta cidade.”

 

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segunda-feira, 27 de setembro de 2021

VENDAS DE COTAS DE CONSÓRCIOS CRESCEM 38,5% EM MINAS GERAIS

Em Nanuque, gerente administrativa confirma bom momento do setor




As vendas de cotas de consórcio em Minas Gerais cresceram 38,5% no primeiro semestre, frente ao mesmo período do ano passado. Os números são da Associação Brasileira de Administradora de Consórcios para o Sudeste (Abac). Mesmo com a crise sanitária, o setor registrou crescimento de 23,2% no número de contemplados em relação a 2020 e alta de 12,3% no total de participantes ativos na mesma base de comparação.


A expectativa é de que o setor feche 2021 com alta de 15% em vendas de novos consórcios. “A população está vendo que o consórcio é uma boa maneira de poupar dinheiro e ter uma rentabilidade significativa, além de, no fim, poder ter o bem desejado”, destaca o presidente da Abac Regional Sudeste, Vitor Cesar Bonvino.


Ele destaca que o setor de consórcio tem alcançado bons resultados. “De modo geral, estamos colhendo bons resultados. No início da pandemia, entre março e abril de 2020, sentimos uma pequena queda, mas logo em maio e junho do ano passado já recuperamos. As pessoas começaram a ficar mais preocupadas em investir os recursos em bens ou serviços, com uma expectativa de alcançar a aquisição em longo prazo”, explica.


MOTOCICLETAS EM ALTA


Entre os segmentos mais procurados estão imóveis, automóveis e motocicletas. Segundo Bonvino, as motocicletas foram as que mais despontaram nos consórcios. A Abac não tem números específicos a respeito do número de consorciados, mas garante que durante o período da crise sanitária, foi o produto mais procurado. “A moto ganhou destaque porque virou objeto de trabalho de muitas pessoas durante o período crítico da pandemia da Covid-19. É claro que o consórcio não entrega o bem na hora, existem regras, há o lance ou sorteio do contemplado, mas tivemos um aumento substancial”, pontua.


Já os imóveis, de acordo com Bonvino, passaram a ser mais demandados para servir como reserva futura. “Os consorciados procuraram investir em imóveis como segurança. Alguns para adquirir, de fato, o bem, mas a maioria para utilizar o dinheiro ao fim do consórcio como um fundo de previdência”, complementa.


Tendência é de crescimento


O presidente da Regional Sudeste detalha que com a alta na taxa de juros, a tendência é de que a procura pelos consórcios cresça. “O consórcio não é financiamento. Ele, na verdade, faz com que o cliente faça um investimento em um bem ou um serviço que deseja. Quando o associado é contemplado e realiza a compra, ele realiza isso a vista, ou seja, pode buscar pelo desconto e não tem esse impacto de juros altos ou inflação”, pontua.


NANUQUE


Em Nanuque, no Vale do Mucuri, a gerente administrativa Nilmara Lima comemora as vendas de consórcios. Na região, os mais procurados são automóveis, motocicletas e serviços. “No início da pandemia, em março do ano passado, tivemos uma pequena queda, mas logo depois, com o impulso das entregas de delivery e também a procura por trocas de carros, voltamos a ter muitas vendas de consórcios”, conta.


Mas não são apenas imóveis, automóveis ou motocicletas que existem em consórcios. Nilmara explica que existe uma infinidade de serviços. “Tudo que é prestação de serviço você também encontra no consórcio, seja uma reforma em casa até uma cirurgia plástica. O importante é a pessoa se programar, escolher um bem e parcelas que cabe no bolso, porque uma vez iniciado, é importante que não pare”, detalha.


Para aqueles que porventura não conseguirem continuar pagando, sair do consórcio é permitido. Porém, o dinheiro já investido será devolvido após todos os consorciados terem sido contemplados. (Fonte de informações: diariodocomercio.com.br)


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domingo, 26 de setembro de 2021

FRAGMENTOS DA HISTÓRIA DO MUCURI (parte 8)



A violência e o isolamento como marcas políticas do Vale do Mucuri


Arthur Bernardes: governo sem poder para interferir interferir na região


     A maneira como foi ocupado o Vale do Mucuri foi determinante para a formação política regional, sendo que dois fatores apareceram como fundamentais para estruturar o mando da elite agrária na região: a violência e o isolamento político. 

     A posse da terra, as redes de sociabilidade e as relações políticas se entrelaçam a partir de uma coexistência conflituosa, sempre resolvida fora da esfera legal. Com a prosperidade do grande produtor rural (primeiro com o café e depois com a pecuária), as tensões sobre o controle da propriedade intensificaram-se. Além das terras indígenas, as regiões ocupadas transitoriamente por posseiros foram incorporadas pelo fazendeiro.  

      Da segunda metade do século XIX até os anos de 1960, o nordeste mineiro seria um território em constante enfrentamento em relação à posse da terra, sendo que a força era o meio determinante para resolver as diferenças. O Estado não conseguia controlar as ocupações do Mucuri. Arthur Bernardes, que governou Minas Gerais entre 1918 e 1922 e foi presidente do Brasil entre 1992-1926, chegou a reconhecer que faltava ao governo poder para interferir na região. 

      Quer sejam lavradores e pecuaristas com os indígenas, quer seja entre posseiros (já que poucos tinham a propriedade legal e a terra era devoluta), a violência no Vale do Mucuri foi o elemento central para resolução de conflitos rurais. 

     O porte de arma era liberado a todo indivíduo adulto, mas armas sofisticadas eram de uso de fazendeiros. Matadores de aluguel recebiam a proteção do grande proprietário, que os tinham como segurança para agir, amedrontar o trabalhador do campo, expulsar os agregados e matar posseiros. Os fazendeiros buscavam ampliar o espaço produtivo a todo custo. Nesses embates, a vantagem era de quem tinha armas e jagunços. A justiça tratava com descaso tal situação, quando não era ela própria que estava envolvida nos conflitos da fazenda.

     No dia 13 de julho de 1930, o jornal O Norte de Minas noticiava 16 homicídios em um período de seis meses no distrito de Urucu, atualmente Carlos Chagas. Em 25 de março de 1933, o mesmo jornal publicava a chacina de cinco membros da família Lopes, no Baixo Mucuri, mortos por jagunços. A polícia prendeu 21 jagunços, mas os militares vindos da capital do Estado reclamavam das interferências políticas locais na apuração.

      Um fator que vai contribuir para que a violência se tornasse um agente determinante nas relações de poder no Vale do Mucuri vai ser o isolamento em relação aos grandes centros políticos. Chegar até a capital mineira era uma aventura que poderia levar mais de um mês.  Esse aspecto colaborou para que o uso da força fosse o regulador dos choques de interesse em função do pouco envolvimento do Estado como mediador dos conflitos no nordeste mineiro. Colonos (com ou sem posse) e indígenas viveram em isolamento por décadas.  

      O modo como foi realizado a ocupação do Mucuri iniciado no século XIX deixou marcas profundas na vida política regional. O isolamento da região por décadas dificultou a penetração dos limites da lei, favorecendo o mando da elite local.  

     Essa estrutura se institucionalizou, ganhou autonomia e resistiu às mudanças ao longo do tempo. Ainda que em conexão com a realidade nacional, assumiu feições muito próprias, tendo como base o mandonismo, localismo, personalismo e patrimonialismo. É esse modelo político adotado o principal responsável pelo atraso que vive ainda hoje o Vale do Mucuri, especialmente se comparado com outras regiões mineiras. 

👉TOQUE AQUI PARA LER A PARTE 7


Márcio Achtschin Santos, PhD em História pela UFMG e professor da UFVJM. 

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

ALEXANDRE SILVEIRA CONFIRMA VISITA A NANUQUE NESTA QUINTA (23)


Convite ao suplente de senador, ex-deputado e atual presidente do PSD foi feito pelo prefeito Gilson Coleta nesta terça-feira, em Brasília

 

No Senado Federal nesta terça, prefeito Gilson (terceiro da esquerda pra direita) teve convite aceito por Alexandre Silveira (indicado pela seta) para visita a Nanuque nesta quinta (23)


Da viagem de trabalho a Brasília no início desta semana, em audiência no Senado Federal, o prefeito Gilson Coleta aproveitou para fazer um convite ao ex-deputado Alexandre Silveira para uma visita a Nanuque, o que foi prontamente aceito e confirmado já nesta quinta-feira (23/9), com desembarque previsto para 15h30 no Aeroporto local.

 



Alexandre Silveira já foi um dos deputados federais mais votados de Minas e atualmente é o suplente do senador Antonio Anastasia (PSD), além de responder pela presidência do PSD em Minas Gerais. Nas eleições de 2010, ficou entre os federais mais votados de Nanuque, chegando ao 6º lugar com 855 votos.

 

ASFALTO DA AV. ANHANGUERA


“Foi muito bom o encontro com Alexandre Silveira. Ele é um político com grande prestígio e liderança nas esferas estadual e federal, e recebeu nosso pedido de verba  para recuperação asfáltica da Avenida Anhanguera, que liga os bairros de Vila Esperança e Espírito Santo até o Parque de Exposições, prometendo total empenho”, comentou Gilson.

 

Alexandre deverá vir acompanhado dos deputados Neilando Pimenta (Podemos) e Carlos Pimenta (PDT). Visita à unidade industrial do Frisa é um dos compromissos agendados em Nanuque, além de encontro com políticos da cidade.

 

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AUXÍLIO FINANCEIRO DO MUNICÍPIO PARA TRANSPORTE DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS

 Vereador Djalma Moreira apresenta Indicação na Câmara

 



Na reunião de segunda-feira passada (20/9), uma das proposições apresentadas na Câmara de Nanuque tratou do pedido de auxílio financeiro integral ou parcial do Município para o transporte de universitários residentes em Nanuque que estudam em outras cidades. Autoria é do vereador Djalma Moreira (Solidariedade).

 

Ao defender o documento, Djalma comentou:

 

“Nanuque possui escola de nível superior, mas existem muitos cursos que ainda não são ofertados na aqui, obrigando os universitários ao deslocamento para cidades como Teixeira de Freitas/BA e Teófilo Otoni, principalmente”, disse ele.

 

LEI FEDERAL

 

Djalma entende que a obrigação do Município é atuar prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil, mas existe a lei federal nº 12.816, que permite ajuda no transporte de estudantes da educação superior, desde que não haja prejuízo à educação básica.

 

Dessa forma, os municípios podem oferecer esse transporte de forma gratuita ou com ajuda financeira parcial, de forma a diminuir o impacto no orçamento dos estudantes oriundos de famílias de baixa renda. É uma forma de garantir segurança jurídica aos prefeitos que querem oferecer transporte aos estudantes do ensino superior, mas receiam cometer irregularidade.

 

“Disponibilizar o transporte gratuito para os estudantes universitários deve ser uma das preocupações da Administração atual com o bem-estar dos mesmos e suas famílias, motivando o acesso à educação e permitindo a melhor formação profissional dos nossos jovens”, concluiu o autor.


Veja o documento 👇

 


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terça-feira, 21 de setembro de 2021

EM BRASÍLIA, GILSON É RECEBIDO EM AUDIÊNCIA NO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL


Depois de conseguir caminhão-pipa e caçamba, prefeito de Nanuque recebe garantia de uma retroescavadeira no valor de R$ 458.500,00

 

Na capital federal, manhã desta terça (21/9), prefeito Gilson e assessores do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e do deputado Eros Biondini


Cumprindo mais uma agenda de compromissos administrativos em Brasília, o prefeito Gilson Coleta Barbosa foi recebido em audiência pela assessoria de gabinete do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, na manhã desta terça-feira (21/9), atendendo pedido do deputado federal Eros Biondini.

 

Em termos concretos, ficou acertada a liberação de uma retroescavadeira – ou escavadeira hidráulica – para Nanuque, no valor de R$ 458.500,00, outra conquista de Eros Biondini para ampliar a frota do Município. Na semana passada, Gilson já havia anunciado a destinação de um caminhão-pipa e uma caçamba, correspondendo a recursos de R$ 477 mil.




Caminhão-pipa e caçamba: já liberados


 EMENDAS PARLAMENTARES PENDENTES

 

Gilson aproveitou a reunião para resolver pendências relativas a emendas parlamentares que tratam dos recursos destinados ao recapeamento asfáltico da Avenida Santos Dumont, calçamento da Rua Fidaliza Viana, no bairro Pedra Negra, e  recuperação do asfalto da Avenida Nanuque, na Vila Nova.

 

Na tarde desta terça, Gilson deverá se encontrar com Alexandre Silveira, ex-deputado federal e atual suplente do senador Antonio Anastasia.

 

Uma curiosidade: nas eleições de 2010, Alexandre Silveira foi o 6º deputado federal mais votado em Nanuque, com 855 votos.

 

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CURSO GRÁTIS DE REDAÇÃO PARA ESTUDANTES INSCRITOS NO ENEM-2021

 Proposta foi feita em conjunto pelos vereadores Sidnei e Lozim na reunião da Câmara. 

Agora, vai ao prefeito para autorização à secretária Mônica Caldas

 



Na noite desta segunda-feira (20/9), os vereadores Sidnei Pereira Silva (Sidnei do Frisa – Cidadania) e Lot Ignácio de Souza Junior (Lozim – Solidariedade) assinaram em conjunto a Indicação nº 173/2021, que propõe curso intensivo gratuito de redação, com duração aproximada de 15 a 20 dias, para estudantes da rede pública que vão participar do Enem 2021.

 

Os dois orientam o prefeito Gilson Coleta a mobilizar a secretária municipal de Educação, Mônica Carvalho Caldas, para a elaboração de um curso intensivo de redação, com duração aproximada de 15 a 20 dias, destinado aos estudantes matriculados na rede pública de ensino, para o próximo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2021).

 

Lozim e Sidnei explicam: “A prova de redação é o maior obstáculo para os participantes do Enem, que, na maioria das vezes, conseguem até notas expressivas nas provas objetivas, mas são prejudicados na prova de redação, exatamente porque não tiveram aulas e treinamentos sobre técnicas, dicas e pontos que são estratégicos e decisivos na hora da prova. Além disso, a pandemia da Covid-19, com a suspensão das aulas presenciais, trouxe prejuízos ainda maiores para os estudantes.”

 

As provas do Enem serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro próximo, dois domingos consecutivos.


Veja o documento 👇

Indicação nº 173/2021, autoria de Lozim e Sidnei
 

O documento será remetido ao prefeito esta semana.

 

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