terça-feira, 3 de novembro de 2026

EX-INTEGRANTE DA TURMA DE 1983 VAI ENCARAR OS 5 KM DA 1ª CORRIDA DO ATIRADOR, QUE MARCA OS 50 ANOS DO TG DE NANUQUE

 Ernani Cândido de Assis, o monitor 26 Cândido, perto de completar 62 anos, é um dos participantes da prova de domingo (8), com largada às 8h




Mais de quatro décadas depois de vestir a farda, Ernani Candido de Assis, o antigo monitor 26 Cândido, da 2ª turma de 1983, vai voltar ao lugar onde tudo começou, desta vez de tênis no lugar do coturno. Perto de completar 62 anos (dia 5 de dezembro), ele é um dos participantes da 1ª Corrida do Atirador, marcada para o domingo, 8 de novembro, em Nanuque. O prefeito Gilson Coleta, que apoia o evento, convida a população a participar.


Ernani e sua esposa Eliene, em ação sobre suas bikes: casados há 32 anos

> Evento: 1ª Corrida do Atirador

> Data: domingo, 8 de novembro

> Concentração: a partir das 7h

> Largada: 8h

> Local: em frente ao Tiro de Guerra de Nanuque, na Rua Carlos Gomes, 140, bairro Vila Nova

> Distância: 5 km

> Apoio: Prefeitura de Nanuque, por meio da Secretaria de Esportes


Uma corrida que celebra 50 anos


A prova chega num ano especial: neste ano de 2026, o Tiro de Guerra de Nanuque completa 50 anos de história. O TG 04-035 iniciou oficialmente suas atividades em 1º de janeiro de 1976, depois de ser criado por portaria ministerial no final de 1975.


Subordinado à 4ª Região Militar, em Belo Horizonte, o órgão é um pilar da presença do Exército na região e conta com o apoio logístico do 55º Batalhão de Infantaria, de Montes Claros.


Em meio século, o TG foi caminho para gerações de jovens de Nanuque e da região. Ernani, hoje mais conhecido como Nandão da DASA, comenta: "Ali, verdadeiramente, o rapaz, saindo da adolescência, que presta o serviço militar inicial aprende disciplina, trabalho em equipe, responsabilidade e respeito, valores que o acompanham muito além do quartel, na família, no trabalho e na vida em sociedade. É uma escola de cidadania, que forma reservistas e, principalmente, cidadãos mais conscientes do seu papel."


"Só tenho boas memórias do TG. Hoje, ainda cultivo amizades com os colegas monitores e atiradores da época, todos sessentões, alguns ainda parceiros de eventos, bate-papos e vida em sociedade, mesmo 43 anos depois", completa Ernani.


A presença de um ex-atirador da turma de 1983 na linha de largada ajuda a mostrar esse vínculo: quem passou pelo TG leva a experiência para a vida toda, e a corrida é a chance de reencontrar a casa, os companheiros e a história.


A Corrida do Atirador reúne esporte, saúde e memória num domingo só. 


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