terça-feira, 28 de outubro de 2025

EMENDA EM ANÁLISE NO SENADO PODE PERMITIR UM TERCEIRO MANDATO PARA GILSON COLETA E OUTROS PREFEITOS ELEITOS EM 2020 E REELEITOS EM 2024


Autor da proposta é o senador Ciro Nogueira, que é do PP, mesmo partido do prefeito de Nanuque


Gilson (com o deputado Eros Biondini): proposta garantiria mais seis anos em um eventual terceiro mandato, totalizando 14 anos. Para efeito de comparação, o ex-prefeito Nide Brito chegou a governar Nanuque por 14 anos, mas em três mandatos distintos: um de 6 anos (1977-1982) e dois de 4 anos (1989-1992 e 2009-2012)


A proposta contida na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 12/2022, em tramitação no Senado Federal, tem como objetivo declarado o fim da reeleição para cargos executivos, como prefeitos, governadores e presidente, e o aumento dos mandatos para cinco anos.


No entanto, uma emenda apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) cria uma regra de transição que, na prática, pode permitir que gestores municipais que já foram eleitos em 2020, reeleitos em 2024, disputem mais um mandato em 2028, o que configuraria, para alguns, um “terceiro mandato consecutivo”.


Ciro Nogueira: senador do mesmo partido de Gilson (PP), autor da proposta

ENTENDA O TEOR DA PROPOSTA


Entender por que isso se torna possível exige observar o mecanismo de transição que a proposta prevê. A regra atual da Constituição autoriza apenas uma reeleição consecutiva para executivos (ou seja: mandato, reeleição e fim).


A PEC propõe que, a partir de determinada data, a reeleição seja extinta. Mas, como essa mudança não pode ser aplicada de forma abrupta, afetando quem está em mandato ou em campanha, a emenda de Ciro Nogueira insere uma “janela”: para prefeitos eleitos em 2024, sejam em primeiro mandato ou já reeleitos, será permitida mais uma candidatura em 2028.


GILSON: 14 ANOS NO PODER


Para ilustrar: como no caso do prefeito de Nanuque, Gilson Coleta, um administrador eleito em 2020, reeleito em 2024, caso essa regra de transição seja aprovada, poderia disputar a eleição municipal de 2028 e exercer um mandato que, por essa regra específica, teria duração estendida (seis anos), o que permitiria que se mantivesse no cargo até 2034.


Ou seja: primeiro mandato 2021-2024, segundo 2025-2028, terceiro 2029-2034. Assim, chega-se à soma de até 14 anos consecutivos no Executivo municipal, ainda que a regra que acaba com a reeleição esteja em vigência para pleitos futuros.


Essa configuração gera forte controvérsia porque, embora juridicamente enquadrada como “transição” da nova regra, ela funciona como exceção que beneficia prefeitos incumbentes ou com legado eleitoral recente.


ANALISTAS DIZEM QUE DIFICILMENTE A PROPOSTA SERIA APROVADA


Críticos apontam que o espírito da reforma, que é promover alternância de poder, reduzir vantagens dos incumbentes, pode ficar comprometido. E destacam que, apesar de o fim da reeleição parecer uma mudança radical, uma brecha para o “terceiro mandato” está sendo construída antes dessa regra definitiva entrar em vigor.


Do ponto de vista institucional, os defensores argumentam que a regra de transição evita prejuízo para quem se elegeu ou reeleito sob a legislação antiga, seria uma forma de “direito adquirido” à última recondução.


Já os críticos afirmam que isso equivale a prolongar a permanência de gestores no poder e reforçar estruturas políticas locais consolidadas, o que contraria a ideia de renovação democrática.


Até o momento, a PEC segue em tramitação, aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, com discussão ainda pendente no plenário do Senado. Caso avance conforme o texto com a emenda de Nogueira, o chamado “terceiro mandato consecutivo” para prefeitos poderá deixar de ser uma exceção isolada para se tornar realidade para muitos municípios. (Fonte: site jornalopcao.com.br)


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LOZIM DESTACA CONTRIBUIÇÃO DO DEPUTADO GUSTAVO SANTANA NA RECONSTRUÇÃO DO HOSPITAL MUNICIPAL: R$ 2 MILHÕES

 Vereador é o autor do projeto de lei que garante a denominação "Hospital e Pronto-Socorro Municipal Dr. Ivan Claret Marques Fonseca"


Inauguração da 1ª etapa das obras será nesta quarta-feira (29/10), às 17h


Visita do deputado em julho deste ano

A nova denominação do Hospital e Pronto-Socorro Municipal, que homenageia o médico, ambientalista e escritor Ivan Claret Marques Fonseca, falecido em 12 de fevereiro de 2013, tem o vereador Lot Inácio de Souza Jr. (PL), o Lozim, como autor do projeto de lei que resultou na Lei Municipal nº 2.765, assinada pelo prefeito Gilson Coleta Barbosa no dia 8 de setembro passado.




Nesta quarta-feira (29/10), às 17h, vai acontecer a inauguração da primeira etapa das obras de reconstrução do hospital, que vão melhorar bastante o atendimento na principal unidade pública de saúde da cidade.


Prefeito Gilson, vice Alemão e o vereador Lozim no início das obras de reconstrução do hospital (foto-arquivo)

Para que as obras chegassem ao ponto de ter a primeira etapa dos serviços concluída, Lozim destaca a participação do deputado estadual Gustavo Santana (PL), responsável pela destinação de aproximadamente 2 milhões de reais, por meio de emendas parlamentares.


RECURSOS DO DEPUTADO EM ATENDIMENTO A VÁRIOS PEDIDOS DO VEREADOR


Entre os recursos destinados ao hospital, Lozim menciona R$ 402.250,00 para a compra do arco cirúrgico, R$ 364.405,00 em custeio, R$ 602.000,00 em três ambulâncias, R$ 83.000,00 em um veículo para atendimento na área de saúde, R$ 140.000,00 em um carrinho de anestesia, R$ 146.000,00 na aquisição de um equipamento de ultrassonografia e outras verbas  que foram aplicadas nas obras até o momento.





Em julho deste ano, a convite de Lozim, Gustavo veio conhecer as obras do hospital, recebido pela diretora administrativa Camila Lima Ferraz e a coordenadora de Enfermagem, Lúcia Karla Xavier Almeida Dias, ao lado do médico José Roberto Oliva, que é presidente do PL de Nanuque, legenda do deputado e do vereador.


👉 TOQUE AQUI PARA VER O VÍDEO DA VISITA DO DEPUTADO


"Justiça seja feita. Gustavo Santana teve e continuará tendo papel decisivo nas obras de reconstrução do nosso Hospital Dr. Ivan Claret, tanto no que foi feito até agora e nas próximas etapas do serviço", afirmou Lozim.


Lei assinada por Gilson nasceu de projeto de lei de autoria do vereador Lozim


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sábado, 25 de outubro de 2025

UMA NANUQUENSE EM EVENTO INTERNACIONAL SOBRE PETRÓLEO, GÁS E INOVAÇÕES ENERGÉTICAS

 Realizado no Rio de Janeiro, AAPG International Conference & Exhibition (ICE) 2025 é considerado o maior encontro mundial de geociências


Equipe de pesquisadores geocientistas do Instituto de Geociências (IGc/USP) de dois projetos com a Petrobras. Da esquerda para direita: Agustín Mors (pós-doutorando), Caetano Juliani (professor), Lena Monteiro (professor), Ângela Veloso (pós-doutoranda), Elis Figueiredo (doutoranda), Renan Novais (mestrando) e André Pestilho (professor)

Entre final de setembro e início de outubro, a nanuquense Elis Figueiredo Oliveira participou do AAPG International Conference & Exhibition (ICE) 2025. O evento é considerado o maior encontro mundial de geociências, reunindo especialistas, representantes governamentais e profissionais da indústria de petróleo e gás para debater inovações e a transição energética.



O encontro aconteceu no Rio de Janeiro, com foco na reflexão sobre como atender às demandas atuais do setor energético a partir de modelos ambientalmente duráveis.





COMENTÁRIO DA NANUQUENSE 


“Durante o evento (ICE 2025) foi evidente a posição do Brasil como um dos grandes protagonistas da indústria do petróleo e gás no mundo. Além de sermos líderes em produção, o país também avançou muito nos últimos anos em pesquisa e tecnologia. Esse contexto é essencial para que possamos ser agentes de respostas também aos desafios da transição energética", comentou Elis, que faz doutorado na USP, em São Paulo.


Acrescentou: “A Petrobras tem um papel fundamental nesse cenário, não apenas na exploração e produção, mas também na promoção da ciência e da inovação. A empresa investe em projetos de pesquisa em parceria com diversas universidades brasileiras, desde geologia à engenharia de petróleo.

Por exemplo, no Instituto de Geociências da USP, apenas nos últimos três anos foram estabelecidos mais de quatro projetos de pesquisa em parceria com a Petrobras. Esses projetos envolvem mestres, doutorandos, pós-doutorandos e professores reconhecidos em diversas áreas, mostrando como a ciência brasileira está profundamente conectada às necessidades estratégicas do país. Essa colaboração reforça que a pesquisa acadêmica não é apenas conhecimento teórico, mas sim um motor de desenvolvimento tecnológico, que fortalece a indústria nacional e nos projeta no cenário internacional."




E completou: “Para nós, jovens pesquisadores, participar do ICE é uma oportunidade ímpar de aprendizado, de contato com inovações e de mostrar ao mundo que o Brasil não apenas produz petróleo em alto nível, mas também gera conhecimento científico e tecnológico de excelência. É esse equilíbrio entre produção energética, avanço tecnológico e compromisso com a transição para uma matriz mais sustentável que torna a presença brasileira neste evento tão significativa.”


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